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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Três Vivas para a Adoção!!!








O E-book do “Três Vivas para a Adoção” é gratuito.
“Três Vivas para a Adoção” é uma realização do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social (Movimento Down e Movimento Zika), com apoio da Angaad – Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção, Aconchego – Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária, Fundação Ford, ABRAMINJ – Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude e do Fonajup – Fórum Nacional de Justiça Protetiva,
Autoras – Patricia Almeida e Fabiana Gadelha
Contato: patricia.smalmeida@gmail.com
Baixe gratuitamente em PDF:

O Cadastro Nacional de Adoção mostra uma realidade que precisa ser mudada. De um lado, mais de 40 mil pais pretendentes a adotar. Do outro, menos de 9 mil filhos possíveis em busca de uma família. 

Isso se dá porque a maioria das pessoas indica um perfil muito restrito, deixando de fora as crianças reais que estão cadastradas para adoção – maiores de 5 anos, pardas ou negras, com deficiência, doença crônica ou grupos de irmãos. 

Só que estas, na verdade, são as crianças que mais precisam de uma família carinhosa e cuidadosa.

Várias varas da infância e da juventude têm tomado medidas para motivar a adoção de crianças fora do perfil, as chamadas adoções necessárias. Os trâmites são mais rápidos, voluntários e ONGs são convocados a auxiliar na Busca Ativa de famílias para estas crianças e adolescentes.

Nosso objetivo com a publicação “Três Vivas para a Adoção” é propor uma reflexão àqueles que têm o desejo de adotar, para promover cada vez mais encontros entre pais e filhos, entre pretendentes a pai e/ou mãe que têm um lar e futuros filhos e filhas à espera de uma família. 

Além do passo a passo para a adoção, explicações sobre a Busca Ativa e informações sobre os diversos tipos de adoção, também há depoimentos de famílias que se formaram fora do perfil majoritário, de uma coordenadora de instituição de acolhimento, de um juiz e de uma pessoa que foi adotada.



Fonte: http://www.movimentodown.org.br/2018/05/tres-vivas-para-a-adocao/













sexta-feira, 14 de julho de 2017

Cruzeiro entra em campo com campanha para incentivar a adoção de adolescentes.



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cruzeiro

Fernando Reis/Cruzeiro/Divulgação
O Cruzeiro Esporte Clube, em parceria com as varas da Infância e da Juventude das comarcas de Belo Horizonte e Santa Luzia e a 23ª Promotoria de Infância e Juventude de Belo Horizonte, lançou o projeto “Adote um Campeão”. O objetivo é facilitar a adoção de crianças acima dos sete anos até os dezessete.

O projeto quer dar visibilidade e oferecer às crianças e adolescentes uma oportunidade de serem ouvidos, para que consigam ter uma família. O “Adote um Campeão” acredita que estas crianças e adolescentes precisam ter voz, ter rosto e serem vistas. “Principalmente, precisam ter uma história de vitória para contar, como campeões ao lado de uma família que os ame e acolha como filho(a)”.
Acompanhe na íntegra o projeto aqui .


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Projeto "Adote um Pequeno Torcedor".





O projeto foi lançado em agosto de 2015, na Arena Pernambuco, num jogo entre Flamengo. Com isso, antes do início da partida, 22 crianças que vivem em abrigos da capital pernambucana entraram em campo de mãos dadas com os jogadores, que exibiram os nomes delas no uniforme. Na abertura do jogo, também foi exibido um vídeo com o depoimento de crianças que esperam ser adotadas e expressaram a vontade de ter uma família.

Por meio do projeto, Ione e Wiliam conseguiram adotar Anderson de 14 anos, assim como o casal Cláudia e Julles, que  estão próximos de realizar o sonho da adoção de uma adolescente de 13 anos. Eles estão no estágio de convivência, etapa anterior à conclusão do processo. Antes eles já haviam adotado duas adolescentes. “Quando decidimos adotar, o perfil era outro. Queríamos uma criança menor de sete anos, mas após participarmos do curso de pretendentes à adoção e também de programas de apadrinhamento vimos que poderíamos amar da mesma forma uma criança mais velha ou um adolescente. Adotamos duas adolescentes, uma de 13 anos e outra de 14, e estamos adotando mais uma de 13 anos. Já tínhamos duas filhas biológicas. Hoje temos cinco filhas, o amor é o mesmo. As meninas chegam para nós cientes de que estão tendo uma oportunidade importante de terem novos pais e de construírem uma nova vida em família. É uma experiência enriquecedora para todos”, observou Julles.

Recife tem hoje 15 instituições de acolhimento, nas quais 47 crianças e adolescentes estão disponíveis para adoção por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Desse total, apenas nove são crianças. O restante são adolescentes maiores de 12 anos. Em contrapartida, o Cadastro possui 243 pretendentes à adoção, dos quais 94,5% desejam crianças com até sete anos de idade. A realidade é a mesma em todo o País, onde 96,39 % dos cadastrados no CNA buscam crianças menores de sete anos. No entanto, 92,41% das crianças que estão esperando por adoção já passaram dessa idade.
Para o juiz titular da 2ª Vara da Infância e Juventude, Élio Braz, a campanha vem surpreendendo a toda a equipe do programa pela idade das crianças e adolescentes que estão sendo procurados para adoção. “São meninos e meninas entre 10 e 17 anos de idade. Então, a iniciativa tem alcançado o objetivo que é quebrar os preconceitos e mitos da adoção tardia. Por meio da ação, as crianças e jovens colaboram de forma decisiva para o sucesso do programa, pois participam e protagonizam todo o processo de adoção e confirmam seus desejos de ter uma família e encontrar amor e proteção familiar”, afirmou.
Confira o site oficial aqui


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

FAMÍLIAS PARTICIPAM DE PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO PARA ADOÇÃO

O curso será realizado pela equipe técnica da Vara da Infância e da Juventude de Viana.
Famílias de Viana participam, nos próximos dias 28 e 30/11 (segunda e quarta-feira), de Programa de Orientação e Preparação para Adoção. A preparação acontecerá no Fórum Juiz Olival Pimentel e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). Segundo a assistente social Thatiane Teixeira Silva Franco, além de ser um pré-requisito para a adoção, o curso permite que os candidatos tirem suas dúvidas, quebrem paradigmas, e até optem por adotar crianças mais velhas ou grupos de irmãos.

Além dos assistentes sociais e psicólogos da equipe técnica da unidade judiciária, o evento terá a contribuição de profissionais que trabalham com acolhimento institucional e na Secretaria de Assistência Social do município; além do apoio do Ministério Público Estadual.

Durante os encontros serão abordados temas como: o processo de habilitação à adoção, os aspectos psicológicos da adoção, a política de proteção social e o contexto do acolhimento institucional.

Pessoas maiores de 18 anos, independente de estado civil, podem adotar. O pretendente deve ser, pelo menos, 16 anos mais velho do que a criança ou adolescente adotado. Para adoção conjunta também é indispensável que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família.

O programa preparatório é pré-requisito para a adoção. Mas, o primeiro passo para adotar é procurar o Juizado da sua cidade para inscrição no cadastro de habilitados. Em seguida, o interessado deverá se submeter a avaliação psicossocial e aguardar o deferimento ou indeferimento pela autoridade judiciária. Após o cadastro e a habilitação, o pretendente deverá aguardar a oportunidade de conhecer uma criança ou adolescente com o perfil desejado.

Serviço:

Serviço Social e Psicológico da Vara da Infância e da Juventude de Viana
Tel. (27) 3255-9141 / 9129.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Abertas inscrições para Seminário sobre Adoção em Colatina

Estão abertas as inscrições para o 1º Seminário “Conversando sobre Adoção”, que acontecerá no dia 30 de novembro (quarta-feira), em Colatina. O evento, promovido pela 1ª Vara da Infância e da Juventude do município, por meio da Central de Apoio Multidisciplinar, acontecerá das 08 às 12 horas, no Auditório do Edifício João Paulo II.

Profissionais que atuam na rede de saúde, educação e assistência social de Colatina estão convidados a participar do Seminário, que vai tratar dos trâmites legais da adoção e da entrega voluntária de crianças e adolescentes, assim como as formas de encaminhamentos. O objetivo é potencializar o trabalho realizado por toda a rede de atendimento e prevenir situações de adoções irregulares de crianças e adolescentes.

O evento contará com a palestra do Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de Colatina, Dr. Ewerton Nicoli sobre os aspectos jurídicos da adoção de crianças e adolescentes, e da psicóloga da 1.ª Vara Especializada da Infância e Juventude do Juízo de Vitória, Izabela Dias Amim Perini, que debaterá a entrega voluntária.
Programação:
Para maiores informações acesse: TJES NOTÍCIAS

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Um caso de adoção ilegal

Um caso polêmico ocorreu na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, onde uma servidora da instituição facilitou o processo de uma adoção ilegal. Por meio das informações coletadas: 

“a criança saiu pela porta da frente da unidade, nos braços de uma mulher que não é funcionária pública, mas teve acesso facilitado ao berçário e ao leito onde a mãe biológica estava internada graças à ajuda criminosa de uma servidora."

A assessoria de imprensa da Sesacre justificou em sua nota oficial que o ato não foi realizado com a permissão ou a conivência da gestão do hospital e que, de acordo com os relatos obtidos, a mãe da criança, uma adolescente de 17 anos, expressou a vontade de “doar” o filho por questões de foro íntimo e consentiu ainda com a emissão da Declaração de Nascido (DN) em nome da suposta adotante, o que viola o direito da criança do conhecimento de sua origem biológica e genética. 

Este processo ocorreu a partir do intermédio de uma funcionária do Sistema de Atendimento da Saúde e da Mulher e da Criança (SASMC), que alegou boa-fé,  conforme suas próprias palavras: “Só queria ajudar ambas as partes, reconheço o erro, mas foi um ato de sensibilidade e amor.”

Embora em caráter de boa-fé, destaca-se o fato de que o processo se deu de maneira equivocada e ilegal perante os trâmites jurídicos, ferindo gravemente a proteção integral, bem como os direitos da criança e dos adolescentes assegurados pela Lei Nº 8.069 de 13 de julho de 1990 que dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Cabe destacar que, profissionais de saúde ou quaisquer outros envolvidos em programas destinados à garantia à convivência familiar e comunitária, devem efetuar imediato encaminhamento à autoridade judiciária caso tenham conhecimento de gestantes ou mães que manifestem intenção de entregar seu filho para adoção, sob responsabilidade de cometerem infração administrativa (Art. 258-B, incluído pela Lei Nº 12.010, de 2009).

Nos casos da explícita manifestação do desejo pela entrega voluntária por parte das gestantes ou mães, como prevista pelo Parágrafo único do Art.13 do ECA, “estas devem ser obrigatoriamente encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude”, para receber orientações legais e atendimento psicossocial que ofereçam à mulher as condições necessárias para subsidiar sua decisão. A partir disso, conforme preceitua o Art.166. §3º do mesmo diploma, “o consentimento dos titulares do pátrio familiar será colhido pela autoridade judiciária competente em audiência, presente o Ministério Público, garantida a livre manifestação de vontade e esgotados os esforços para manutenção da criança ou do adolescente na família natural ou extensa” (Incluído pela Lei Nº 12.010, de 2009).

O minucioso cuidado em seguir os preceitos legais se faz necessário visto que, visando atender prioritariamente aos interesses da criança e do adolescente, é necessário primeiramente verificar as possibilidades de permanência na família natural ou extensa, para só então promover medidas de integração em famílias substitutas.

 Art.39.§1º   “a adoção é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa, [...].” (Incluído pela Lei Nº 12.010, de 2009)



Torna-se importante salientar que o primeiro passo para aqueles que apresentam o desejo pela adoção, é procurar a comarca de sua residência para obter maiores informações, bem como, se for o caso, apresentar uma petição e os documentos que constam nas especificações listadas no Art. 197-A do ECA. As pessoas que pretendem adotar passam por um processo de habilitação no qual são orientados quanto aos aspectos legais e psicossociais da adoção e são avaliados quanto às condições que podem oferecer a crianças e adolescentes como pais.

Destaca-se ainda que o Poder Judiciário mantém um registro de crianças e adolescentes em condições de serem adotados e outro de pessoas habilitadas  para adoção. Assim sendo, a partir da data da sentença da habilitação, os pretendentes habilitados serão automaticamente inseridos neste registro, sendo convocados de acordo com o surgimento de perfis compatíveis. No Espírito Santo, os pretendentes habilitados estão inseridos no Sistema de Informação e Gerência do Acolhimento e da Adoção (SIGA/ES) e no Cadastro Nacional de Adoção (CNA/CNJ).

Por fim, é essencial elucidar que qualquer processo de apropriação de crianças e/ou adolescentes, seja em caráter de “boa fé” ou não, pode constituir crime. Compreende-se como um processo de adoção legal, somente aqueles que se estabelecem por meio de uma sentença judicial.


“Art.70. É Dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente”.



Texto: Lorena Suave Santos
Supervisão: Diane Françoise e Isabely Mota

Veja a notícia completa clicando aqui!

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Desinformação impede que homens solteiros adotem crianças, dizem juízes

               Célio Wanderson de Araújo, pai adotivo solteiro dos irmãos Carlos e Anderson

Célio Wanderson de Araújo é assistente social no Distrito Federal (DF), solteiro, e desde 2013 é pai de dois irmãos: um menino de 9 e outro de 11 anos. Peterson Rodrigues dos Santos, vendedor em Porto Alegre (RS), solteiro, se tornou pai de um menino de 9 anos em 2015. José Ubiratan Vieira Cavalcanti, técnico em enfermagem em Recife (PE) se tornou pai de um menino de sete anos com paralisia cerebral em 2009. Esses são apenas alguns dos casos de adoção bem-sucedida feita por “pais solteiros” em todo o país. Todos foram unânimes em afirmar que o amor incondicional foi o que os motivou a encarar o desafio de criar uma criança adotiva sozinhos.

Atualmente, dos mais de 37 mil pretendentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção, gerido pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 5.019 são pessoas solteiras. Em média, elas representam cerca de 15% do total de crianças adotadas em todo o país. Não existem dados específicos sobre adoção de crianças por homens solteiros. No entanto, magistrados da Vara da Infância consultados pelo CNJ confirmam que o número ainda é muito pequeno e aquém do que poderia ser.

“Culturalmente o homem ainda não se descobriu como capaz de formar uma família sem a necessidade de uma mulher”, afirmou o juiz Élio Braz, titular da 2ª Vara da Infância e Juventude de Recife. “Eles tendem a achar que não ‘levam jeito’. Só que para adotar uma criança não precisa ter ‘jeito’, mas ter amor”, completou.

Confira as informações na íntegra no site do CNJ.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Semana Nacional da Adoção é marcada por eventos no Estado

               Evento-adocao-400

A partir de hoje (24/05), a equipe técnica Psicossocial da Ceja estará nos dias 24 e 25 em um estande no hall de entrada do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), convidando as pessoas a conversar sobre adoção.

Expectativa x perfil das crianças e adolescentes:

O evento que a CEJA realizará no TJES, no Dia Nacional da Adoção, busca esclarecer os pretendentes a adoção sobre o perfil das crianças e adolescentes disponíveis. Por isso, no dia 25, a equipe técnica dará um enfoque especial para os tipos de adoção necessários: adoções tardias, de grupos de irmãos, e de menores que apresentam condição especial de saúde.

A abordagem da comissão vai de encontro à realidade capixaba: segundo dados do Sistema de Informação e Gerência da Adoção e Acolhimento do Espírito Santo (SIGA/ES), das 140 crianças e adolescentes disponíveis para adoção no estado, 49% fazem parte de grupo de irmãos e 23% possuem alguma condição especial de saúde. A necessidade de conscientização fica ainda mais evidente quando o assunto é idade: 86% dos menores tem mais de oito anos de idade, enquanto 92% dos pretendentes habilitados a adoção, manifestam o desejo de adotar crianças de uma faixa etária menor.

Segundo a psicóloga da Ceja, Dianne Wruck, a atuação das Varas da Infância e da Juventude e dos Grupos de Apoio a Adoção são fundamentais no processo de mudança desses números. Enquanto na primeira acontece todo o processo legal de adoção, nos GAA os pretendentes a adoção encontram apoio emocional e afetivo. Ambas as entidades atuam como porta de entrada para aqueles que querem adotar uma criança, e dessa forma, vêm gradativamente modificando paradigmas sobre a adoção.

Um reflexo direto dessa atuação são os dados recentes do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) da Corregedoria Geral da Justiça. Segundo as informações da CEJA, no período entre 2010 e 2016, o número de pretendentes que exigiam crianças ou adolescentes brancos diminuiu de 38,73% para 22,56%, enquanto o número de pretendentes a crianças negras subiu de 30,59% para os atuais 46,7%. O resultado se repetiu também a favor das crianças e adolescentes pardos: a procura que era de 58,58% saltou para 75,03%.

Para a ministra Nancy Andrighi, corregedora nacional de Justiça do CNJ, o trabalho das Varas da Infância e da Juventude e também dos Grupos de Apoio à Adoção tem sido fundamental na obtenção do bom resultado. “Os cursos de preparação para adoção – estabelecido pelo artigo 50, parágrafo 3º do Estatuto da Criança e do Adolescente – realizados pelas equipes multidisciplinares das varas ou dos municípios conseguem mostrar aos pretendentes a realidade das crianças que estão aptas a serem adotadas, fazendo com que abdiquem de idealizações pré-concebidas, notadamente as crianças brancas e com menos de três anos”, diz a ministra Nancy.


PROGRAMAÇÃO: 

Dia da Adoção CEJA 2016

Organização: Equipe técnica da CEJA

• Data: 24 e 25 de maio de 2016

• Local: Hall do Tribunal de Justiça do Espírito Santo - Rua Desembargador Homero Mafra, 60 - Enseada do Suá, Vitória - ES

• Atrações: A equipe convida as pessoas a conversar sobre adoção, em especial às adoções necessárias: adoções tardias, adoções de grupos de irmãos e crianças e adolescentes que apresentam condição especial de saúde. Os técnicos psicossociais estarão à disposição para orientações e esclarecimentos; haverá apresentação de vídeos com histórias de adoção e distribuição de materiais informativos.

Mais informações desta e de outras programações no site do TJES.

Informações à Imprensa

Assessoria de Imprensa e Comunicação Social do TJES
Texto: Thiago Lopes com informações do CNJ, da Ceja e do SIGA/ES - thflopes@tjes.jus.br
Andréa Resende
Assessora de Comunicação do TJES

imprensa@tjes.jus.br

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Preparação para Adoção - Calendário Guarapari e Viana

A Vara de Infância e Juventude da Comarca de Guarapari realiza o curso de capacitação social e jurídica dos postulantes à adoção dessa comarca nos dias 23 e 24 de junho.

A Comarca de Vina realiza nos dias 1º e 02 de julho de 2015 mais um curso destinado as pessoas que se encontram em processo de habilitação para adoção - O Programa de Orientação e Preparação para Adoção: Amor Acolhedor, da comarca de Viana/ES.

A participação em programas de preparação para adoção é uma exigência do Estatuto da Criança e do Adolescente para habilitação à adoção.

Se você é postulante e foi chamado pelos técnicos, participe! Esse é um momento especial para a adoção!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Adoção: Como saber se você está pronta para adotar

A decisão de adotar um filho nem sempre é fácil e pode vir cercada de dúvidas e incertezas. Será que é isso mesmo que é o melhor para a nossa família? Será que estou pronta(o)? Conseguirei amar uma criança que não foi gerada por mim? 

Todos esses questionamentos são mais do que legítimos e até necessários para que se chegue a uma conclusão sincera sobre ter ou não uma criança adotiva. 

Atualmente, alguns juizados responsáveis por conduzir processos de adoção contam com grupos de apoio, que candidatos a adotar podem frequentar antes mesmo de se habilitar para receber uma criança. A ideia é justamente lidar com as emoções muitas vezes contraditórias que envolvem a 
decisão. 

Baseando-se na vivência de profissionais da área, o BabyCenter preparou a seguir uma lista de razões que motivam pessoas a querer adotar um filho, e aspectos que devem ser levados em conta para cada uma delas. 

Não se trata de um ranking de certo ou errado, mas simplesmente uma compilação de considerações para auxiliar você a tomar uma decisão tão profunda e cheia de ramificações para o resto da vida de sua família. É certo, no entanto, que só você pode julgar suas razões, sejam elas quais forem. 


Problemas de fertilidade

É enorme a frustração de querer ter um filho e descobrir que alguma coisa está errada e a gravidez não acontece. 

O desgaste físico, emocional e financeiro de tratamentos de fertilidade costuma ser grande e fica maior ainda se eles não funcionam. Diante disso, muitos casais partem para a adoção. 

O que precisa ser considerado, contudo, é que a chegada de um filho adotivo não é uma "cura" para a dor da infertilidade. Talvez ela continue lá, de alguma forma. 

Outro ponto: ter um filho biológico e ter um filho adotivo são experiências diferentes. Não que uma seja pior ou melhor do que a outra, mas cada uma se molda de um jeito e serve como base para o relacionamento que se desenvolverá ao longo dos anos. 


Casamento que vai mal

Brigas, desentendimentos, o estresse de não conseguir engravidar ou a falta de um projeto em comum podem levar um dos membros do casal a considerar um filho como uma "solução" para o relacionamento. Pense duas vezes. Crianças precisam crescer em ambientes estáveis e harmoniosos. 

Problemas entre o casal que possam surgir com a dificuldade de gravidez talvez sejam só um sinal de que as coisas já não vão bem no relacionamento. 

Além disso, embora sejam fonte de prazer e satisfação constantes, filhos dão também trabalho e mudam completamente a dinâmica do casal. Se a relação já não vai bem, será que aguentará? E, se não aguentar, ainda haverá mais uma pessoinha envolvida na história. 


"Apareceu" uma criança disponível

Sabe aquela história de "uma conhecida, da conhecida, da conhecida da moça que trabalha na padaria teve um bebê e não vai poder criar..."? De repente surge uma criança na sua vida e dá aquela vontade de pegar para criar porque simplesmente tem um bebê ali e parece uma grande ideia. 

Há dois problemas. Primeiro, o fato de haver uma lista oficial de pessoas esperando para adotar e você correr o risco de pegar uma criança sem passar pelos trâmites e acabar perdendo-a depois. O outro problema é tomar uma decisão precipitada de ficar com o bebê e depois se arrepender porque não era exatamente isso o que você esperava ou queria. 

Adotar é uma decisão muito séria que não pode ser tomada por impulso. Existe sim o risco de você se arrepender. Lembre-se de que se trata de uma criança que provavelmente já foi abandonada uma vez. 


Sensação de vazio na vida

A falta de um projeto pessoal ou de um sonho deixa mesmo a vida menos colorida, e a ideia de povoar seu dia-a-dia com uma criança parece perfeita para preencher o buraco. 

Só que, por mais que crianças dependam de adultos para prover suas necessidades básicas, elas também têm vida própria e mais cedo do que você imagina estão andando pelo mundo sozinhas. Ou seja, o seu vazio pode continuar vazio. 

Não seria justo criar uma criança para você, já que filhos não pertencem a pai nem a mãe, e sim ao mundo e a sua própria vida. 


Amor por crianças

Gostar de estar perto de crianças é sem dúvida um critério importantíssimo para considerar em uma adoção. Só que não basta. Para adotar um filho é essencial se questionar também se, fora o amor geral que você sente por crianças, existe também a vontade de ter uma na sua vida, e de se transformar em pai ou mãe de alguém, eterno responsável por sua criação.

O prazer de estar perto de crianças pode ser suprido de várias outras formas, com o trabalho, com o convívio com sobrinhos, afilhados, com uma atividade voluntária etc. A adoção não é a única opção. 


Estamos muito bem de vida e queremos dividir isso com alguém

Sim, é verdade que há milhares de crianças precisando de apoio financeiro para conseguir atingir seu potencial, crescer com saúde e frequentar escolas. Se é especificamente nisso que você pensa, pode utilizar seus recursos e boa vontade para doar para instituições de caridade ou até "adotar" a educação de uma criança à distância. 

Tomar conta de um filho exige investimento de dinheiro sim, mas muito mais de tempo, carinho e atenção. Sua família está disposta? 


Vontade de ter filhos, de aprender, de virar pai ou mãe

Essa é uma equação que une o amor por crianças à vontade de se dedicar inteiramente a uma delas, e de mudar sua vida e quem você é em função disso. Reconhecer que há muito o que aprender e aproveitar a oportunidade. Esse é um bom ponto de partida para adotar um filho. 

Continue a refletir sobre isso, converse bastante com pessoas que já passaram ou estão passando pela experiência e informe-se o máximo possível. 

Se você realmente sente que sua família está pronta para embarcar nessa jornada tão especial e única, o primeiro passo é comparecer a um fórum de sua cidade ou região com o RG e um comprovante de residência. 

A partir deste primeiro contato, você receberá instruções detalhadas sobre outros documentos a apresentar e sobre como funciona o processo de entrevistas com assistentes sociais da Vara da Infância e da Juventude para realizar a sua habilitação e entrar no Cadastro Nacional de Adoção (CNA). 

Segundo a legislação brasileira, qualquer pessoa (homem ou mulher), com qualquer estado civil, maior de 18 anos pode adotar uma criança, desde que tenha uma diferença de idade de 16 anos com ela. 

É muito importante seguir o processo para conseguir a habilitação oficial. 



Escrito para o BabyCenter Brasil
Disponível em Baby Center

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Aguardando a adoção!

Fotografia: Igor Santtos Fotografia

A espera pela chegada do filho é marcada por expectativas, ansiedades, preparações, envolvimento familiar e cuidados. Registrar esses momentos que antecedem o "nascimento" é bastante comum para pais que estão grávidos. Essa atividade também é importante e interessante para pais adotivos! Confira a história de Priscila Amorim e do marido Elias Amorim que fizeram um registro fotográfico da gestação adotiva. 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A Ecografia da Adoção

Olá queridos,

Estamos há 3 anos e 1 mês habilitados para adoção. Recentemente fomos contatados pelo Fóro para uma reavaliação psicossocial. Meu marido traduziu muito bem este momento, fomos fazer uma “Ecografia”.

Segundo o dicionário Aurélio Psicossocial é a aglutinação de psico com social. Atividade ou estudo relacionando aspectos psicológicos conjuntamente com aspectos sociais; estes, considerados distintos dos aspectos políticos, dos econômicos e dos militares. Fala do humano, seu psiquismo e as relações sociais. Que concerne simultaneamente à psicologia individual e à vida social.

A ecografia é um dos principais exames complementares de diagnóstico utilizados para a vigilância da gravidez. Trazendo para o mundo da adoção, não ficamos muito longe disso, não é verdade? Claro, não temos um exame físico, mas sim um “exame” psicológico.

Na entrevista a assistente social e a psicóloga queriam avaliar nosso interesse em continuar com o processo, verificar como estávamos com relação a espera, conversar sobre o perfil entre outras questões. Também foi um bom momento para novos esclarecimentos pois as dúvidas do início do processo já tinham sido sanadas anteriormente. As dúvidas de agora são mais específicas com relação a legislação, Estatuto da Criança, demora nos processos de destituição familiar, realidade dos abrigos, etc. Foi um encontro muito bom. Claro que esperávamos que o nosso segundo filho já estivesse chegando, mas segundo elas temos pelo menos mais uns dois anos de gestação.

Se vocês forem chamados para esta reavaliação, não fiquem receosos, na verdade é um momento muito valioso e que deve ser muito bem aproveitado. Escrevam as perguntas em um papel se for o caso, pois na hora ficamos tão envolvidos que acabamos esquecendo de algumas coisas.

Vamos lá, seguimos em frente na nossa gravidez invisível da adoção, lutando pela formação da nossa família e pela nova cultura da adoção no nosso país.

Com amor,


Luciane e família

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Vara da Infância e da Juventude realiza ação em Linhares



A Vara da Infância e da Juventude de Linhares realizou, entre os dias 9 e 11 de outubro, ação em comemoração ao Dia das Crianças. A campanha "Vamos conversar sobre adoção?", elaborada pela Corregedoria Geral da Justiça do Espírito Santo, por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), aconteceu no Shopping PátioMix, em Linhares.
Durante o evento, psicólogos e assistentes sociais tiraram dúvidas sobre o procedimento de adoção. Houve, ainda, a distribuição de folders sobre o passo a passo para a adoção, apresentações culturais, brincadeiras, oficinas de arte e distribuição de balões e balas. Também foram expostos os quadros de arte das crianças do Lar dos Meninos de Linhares.
As assistentes sociais Alzirene Ferreira Araújo D’Assunção e Marcela Guimarães Silveira Costa; e as psicólogas Julieny Baroni Zandonadi e Danielle Strelow Hilger; assim como a comissária da Vara da Infância e Juventude de Linhares Rosângela Aparecida Domingos e a coordenadora do CRAS, Marcielle Vieira Gallon dos Reis, participaram ativamente do projeto.
Para a equipe, a campanha deu maior visibilidade ao tema no município, principalmente com o destaque dado pela imprensa local, “quando foi possível reforçar os procedimentos legais a serem seguidos pelos pretendentes à adoção, além da oportunidade de divulgar o trabalho desenvolvido pela Vara da Infância e Juventude de Linhares”.

Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social do TJES.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Justiça orienta mulheres que querem entregar suas crianças para adoção

O programa “Mãe Legal” começou em julho de 2009, com a intenção de atender as demandas que se referem à entrega voluntária de crianças (bebês) à adoção, surgidas com a promulgação da Lei 12.010 de 2009, também conhecida como “Nova Lei de Adoção”. 

Este é um programa de sistematização, com fluxo procedimental de trabalho e um programa de articulação com a rede de serviços para acolhimento de mulheres.

“Vale destacar que a articulação em rede do Poder Judiciário e do Poder Executivo para o acolhimento dessas mulheres contribui significativamente para a diminuição do abandono de crianças, do infanticídio e das chamadas "adoções à brasileira" que não respeitam a legislação”, disse o magistrado Élio Braz Mendes, juiz titular da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, em evento no TJES.

http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/justica-orienta-mulheres-que-nao-querem-criar-os-filhos/3482698/

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Um Novo Direito, Um Novo Olhar : Acolhida de mulheres que entregam seus filhos para adoção.

A Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA/ES) e o Grupo de Trabalho sobre Adoção, a Corregedoria Geral de Justiça, em parceria com a Supervisão e Coordenação das Varas da Infância e da Juventude e Escola da Magistratura do Espírito Santo (EMES) ofereceram, aos assistentes sociais, psicólogos e magistrados do Tribunal de Justiça e do Poder Executivo, a capacitação "Um Novo Direito, Um Novo Olhar: A acolhida de mulheres que entregam seus filhos para adoção".

As palestras abordaram aspectos e procedimentos jurídicos e psicossociais da acolhida de mulheres que manifestam interesse em entregar seu filho para adoção.
Veja o link com o curso.

http://www.tjes.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10529&Itemid=288

quinta-feira, 29 de maio de 2014

CAM de Venda Nova orienta sobre adoções unilaterais em Ibatiba/ES

Aconteceu no dia 14 de maio reunião no município de Ibatiba/ES organizada pela Central de Apoio Multidisciplinar de Venda Nova do Imigrante - CAM, com pais e/ou responsáveis de crianças e adolescentes matriculados na rede pública (municipal e estadual) de ensino que não possuem paternidade reconhecida.

Estiveram presentes o Juiz e equipe técnica da CAM, Promotor de Justiça, advogado da Assistência Jurídica Municipal, Secretário Municipal de Educação, Secretária Municipal de Assistência Social, representante do Cartório de Registro Civil e Conselho Tutelar.

Durante a reunião foram repassadas informações e orientações a respeito do Programa Pai Presente e providências a serem adotadas pelos pais e/ou responsáveis, o que suscitou inúmeros questionamentos que eram prontamente respondidos pelas autoridades presentes.

Uma situação que se destacou das demais, foi o fato de que vários casais de segunda união, buscaram informações sobre como regularizar a situação de paternidade sendo então orientados a ajuizarem ações de adoção unilateral.







terça-feira, 30 de abril de 2013

Você sabia?

Você sabia que a Previdência Social concede licença maternidade e salário maternidade às mulheres que adotam crianças de 0 a 8 anos de idade?

Confira a Legislação - Lei Nº 10.421, de 15 de Abril de 2002!